Desemprego atinge a marca de 13,4 milhões de brasileiros e muitos se viram com “bicos”

Dados divulgados no dia 30 de março pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que cerca de 12,7% a taxa de desocupados nesse primeiro trimestre de 2019, essa pesquisa aponta que o setor que mais perdeu mão de obra foram:  setor da administração pública com menos 332 mil pessoas seguido pelo setor da construção civil com perda de 228 mil pessoas.

Então esse dia 01 de maio, onde é comemorado o dia do trabalho é para muitos um momento de reflexão que teve ser analisado, para o Presidente da República Jair Bolsonaro, ele disse após a divulgação da pesquisa Pnad do IBGE.

“Se fala em 12 milhões de desempregados. Sim, eu acho que é muito mais do que isso. Desculpa IBGE, mas é muito mais do que isso. E não vou polemizar novamente”, afirmou o presidente em discurso no Palácio do Planalto.

Mas independente da metodologia aplicada pelo IBGE, mostra que há um número muito grande de desempregados, com isso, o medo do desemprego paira naquelas pessoas que estão em alguma atividade, numa pesquisa realizada em abril pelo CNI (Confederação Nacional da Industria), onde ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre os dias 12 e 15 de abril, apontou que o índice do medo do desemprego atingiu a marca de 57 pontos. Esse patamar registrado pelo CNI representa uma alta de dois pontos em relação com o resultado de dezembro de 2018.

Logo, com isso algumas pessoas tem procurado se reinventar ou até mesmo utilizado de mecanismos de plataformas digitais para ter uma forma de bicos, aqui já falamos sobre a plataforma de “trampos” em restaurantes, tem outros que procuram ser motoristas de aplicativos e entregadores de fast food através dessas plataformas.